O Eclipse de 7 de Setembro: Brasil e o Mundo entre 2006 e 2025

O Eclipse de 7 de Setembro: Brasil e o Mundo entre 2006 e 2025
O Eclipse de 7 de Setembro: Brasil e o Mundo entre 2006 e 2025 “O que não foi resolvido, retorna sob nova forma a cada ciclo de 18 anos.” Introdução O eclipse lunar de 7 de setembro de 2006, a 15° de Peixes, coincidiu com o Dia da Independência do Brasil. A repetição exata do fenômeno em 7 de setembro de 2025, novamente no mesmo grau do eixo Peixes–Virgem, é um dos eventos mais significativos para a astrologia mundial recente. Do ponto de vista técnico, trata-se de um retorno nodal de 18 anos e meio, que reativa não apenas os arquétipos universais desse eixo, mas também mapas nacionais diretamente conectados a essa data. Brasil A Independência do Brasil foi proclamada em 7 de setembro de 1822, no riacho do Ipiranga, em São Paulo. O mapa tradicional da Independência (07/09/1822, 16h08, São Paulo) tem o Sol a 14° de Virgem, em oposição ao eixo do eclipse. Já a fundação da cidade do Rio de Janeiro, em 1565, apresenta Sol, Lua e Meio do Céu em Peixes, reforçando a sensibilidade do país aos eclipses nesse eixo zodiacal. Em 2006, essa ativação se refletiu em eventos de grande impacto: a tragédia do voo 1907 da Gol (29/09/2006), com 155 mortos, expressou o arquétipo lunar pisciano de luto coletivo. Ao mesmo tempo, o país viveu a reeleição de Lula em outubro, em meio a forte polarização e denúncias de corrupção. São Paulo foi sacudido pelos ataques do PCC em maio, símbolo da dissolução pisciana enfrentando a exigência virginiana de ordem. O Rio de Janeiro registrava tiroteios e rebeliões em favelas, revelando a vulnerabilidade social. E em Brasília, o Congresso atravessava instabilidade com CPIs e escândalos de corrupção. Em 2025, o eclipse retorna exatamente no mesmo dia da Independência. Lula está em seu terceiro mandato, enfrentando forte oposição da mídia, da direita política, da Faria Lima e do Banco Central, mas conta com apoio sólido do STF e fortaleceu a Polícia Federal no combate à corrupção. Diferente de 2006, o PIB cresce e o Brasil ganha protagonismo no BRICS, equilibrando sua posição entre pressões internas e o tabuleiro internacional. Estados Unidos O mapa dos EUA (04/07/1776, 17h10, Filadélfia) possui Ascendente em Sagitário. O eixo Peixes–Virgem recai sobre as casas 4–10, ativando o IC (povo) e o MC (governo). Em 2006, sob George W. Bush, isso se refletiu no desgaste da guerra do Iraque e na perda de prestígio internacional. Em 2025, o mesmo eixo volta a ser ativado, desta vez com Donald Trump como protagonista, reacendendo divisões internas e tensões sobre a imagem global dos EUA. Rússia Na Rússia, o eclipse de 2006 coincidiu com a consolidação do poder de Vladimir Putin e o assassinato da jornalista Anna Politkovskaya, símbolo da dissolução pisciana da verdade e do silenciamento da oposição. Em 2025, Putin permanece no poder, mas isolado em guerra contra a Ucrânia, sob pesadas sanções internacionais, vivendo um ciclo pisciano de isolamento e sacrifício coletivo. China A China, que em 2006 consolidava seu crescimento econômico acelerado, em 2025 assume protagonismo global sob Xi Jinping, em disputas sobre Taiwan e na corrida tecnológica. O arquétipo virginiano se manifesta na disciplina e no planejamento estratégico, enquanto o pisciano aparece na capacidade de absorver choques e dissolver fronteiras comerciais. Oriente Médio O paralelo no Oriente Médio é evidente: em 2006, Israel e Hezbollah travaram a guerra de 34 dias e o Hamas ascendeu na Palestina. Em 2025, Israel e Palestina voltam a estar em conflito aberto, com flotilhas humanitárias tentando romper o cerco em Gaza. O eclipse em Peixes simboliza sofrimento coletivo e dissolução de fronteiras, enquanto Virgem cobra respostas práticas e soluções estruturais. América Latina Na América Latina, em 2006, a Argentina de Néstor Kirchner buscava se recuperar da crise de 2001, e a Venezuela de Hugo Chávez caminhava para reeleição. Em 2025, a Argentina enfrenta turbulência com Javier Milei e suas reformas, ecoando o arquétipo virginiano de ajuste econômico em meio ao caos pisciano. O México e o Canadá ganham força como atores regionais, enquanto o Brasil se torna protagonista no BRICS, reconfigurando o papel do continente. Conclusão O eclipse de 7 de setembro de 2025, a 15° de Peixes, não é apenas a repetição de 2006. Ele retorna ao mesmo grau e na mesma data simbólica, ativando diretamente o mapa da Independência do Brasil e colocando o país em evidência mundial. O ciclo nodal de 18 anos mostra que dilemas não resolvidos retornam: em 2006, sob forma de tragédias, violência urbana e crises políticas; em 2025, sob a pressão da polarização política, das alianças internacionais e da redefinição da identidade nacional. Para o Brasil, este eclipse funciona como um divisor de águas, exigindo escolhas que podem marcar a sua trajetória por décadas. Nota Metodológica As efemérides históricas foram consultadas na Wikipédia (cronologia de 2006). Os cálculos astrológicos dos eclipses foram realizados com o software profissional Solar Fire, versão 9. A revisão editorial e adaptação do texto foram feitas com o apoio do ChatGPT-5. astrokabana Nando Guimaraes - set. 2025

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