CARNAVAL RJ 2026:Quem Está em Boa Fase no Carnaval Segundo a Lua?
Quem Está em Boa Fase no Carnaval Segundo a Lua?
Um estudo contínuo sobre as escolas do Grupo Especial do Rio, com base no gráfico da Lua Progredida em declinação (Solar Fire v9 / Astrolabe).
Autor: Nando Guimarães (AstroKabana) • Ano: 2026 • Status: versão preliminar (pode ser ajustada até quarta-feira, após revisão completa dos desfiles na TV)
Antes de tudo: este estudo não “prevê destino” e não “escolhe campeã”. Ele observa fases estruturais num ciclo lento da Lua (subida, cruzamento do Equador Celeste, pico Norte, descida, pico Sul), sem substituir o julgamento técnico, o desempenho em pista, a logística e os detalhes humanos que decidem o Carnaval.
Nota ética: o objetivo não é alimentar apostas ou especulação (o que pode ser viciante e não é recomendado). É pesquisa contínua e comparação anual entre hipótese e resultado.
O que está sendo observado
Desde 2020, eu venho reunindo uma série histórica comparativa para responder a uma pergunta simples e popular — “quem está em boa fase?” — sem cair no excesso de tecnicismo e sem transformar o Carnaval numa roleta mística. Para isso, eu utilizo uma ferramenta moderna de astrologia cultural: o gráfico da declinação da Lua em progressão secundária, gerado no Solar Fire (v9 / Astrolabe). Aqui não há mapa astral completo, não há signos do zodíaco, não há casas astrológicas, não há aspectos entre planetas; portanto, a leitura é deliberadamente “limpa” e focada em um único eixo: a posição vertical da Lua em relação ao Equador Celeste, que funciona como a “linha zero” do céu.
Esse eixo vertical tem dois extremos, que podemos chamar de “picos do ciclo”: a declinação máxima Norte, próxima ao limite da eclíptica no Solstício de Câncer, e a declinação máxima Sul, próxima ao limite da eclíptica no Solstício de Capricórnio. Entre esses extremos, a Lua cruza o Equador Celeste (0° de declinação), e esse cruzamento costuma coincidir com sensação de virada estrutural — não como garantia de vitória, mas como mudança de fase. Além disso, quando a Lua ultrapassa aproximadamente ±23°27’, ela entra no território conhecido como Fora de Limites (Out of Bounds), um detalhe que eu marco no painel por transparência, mesmo quando não é o foco principal da leitura.
Gráficos comparativos
Dashboard comparativo 2026 – Declinação da Lua Progredida (placeholder)
Figura 1. Dashboard anual (2026). Substitua este placeholder pelo gráfico exportado do PowerPoint. Se quiser, insira também painéis 2020–2025 em sequência para formar a série histórica.
Análise por escola
Abaixo, eu sintetizo o “clima de fase” de cada escola segundo a declinação da Lua progredida. Onde estiver [INSERIR GRAU], você pode completar com o grau exato, caso queira publicar com mais precisão; caso prefira manter o texto popular, basta manter a descrição qualitativa (subindo, cruzando, descendo, etc.).
Vila Isabel fase forte
No modelo da declinação, a Vila Isabel aparece num dos pontos mais interessantes do ciclo: a Lua progredida está em fase ascendente e próxima do Equador Celeste, isto é, num terreno típico de virada estrutural. Isso não significa “vitória garantida”, contudo sugere um período em que a escola tende a se sentir mais “exposta” e mais chamada a ocupar o centro do palco, como se estivesse atravessando um corredor simbólico de reposicionamento. Se a execução em pista for consistente — e aí entram samba, evolução, harmonia, acabamento e o conjunto do desfile —, essa fase costuma dialogar bem com a ideia popular de “boa maré”.
Gráfico Vila Isabel (placeholder)
Figura 2. Lua progredida em declinação — Vila Isabel. (Substitua pelo gráfico exportado do seu PowerPoint.)
Grande Rio fase forte
A Grande Rio, por sua vez, já passou do ponto de máxima Norte em anos anteriores, porém continua em declinação alta, o que, na prática, mantém um campo de visibilidade estrutural ainda ativo. Em termos simples: não é necessariamente o “ápice absoluto” do ciclo, mas ainda é uma fase que conversa com projeção e presença. Portanto, quando eu digo que a Grande Rio está em boa fase, eu estou dizendo que, pelo eixo vertical da Lua, ela permanece em zona favorável; e, além disso, se houver consistência técnica e narrativa no desfile, essa condição tende a sustentar competitividade.
Gráfico Grande Rio (placeholder)
Figura 3. Lua progredida em declinação — Grande Rio. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Viradouro fase forte
A Viradouro entra no radar por um motivo muito específico: a Lua progredida está em movimento de subida rumo ao Equador Celeste, o que costuma ser lido como fase de crescimento e reorganização competitiva. Assim, embora o Carnaval dependa do que acontece “no chão” — e não no céu —, a Viradouro aparece como escola que pode chegar com energia de retomada, porque atravessa um trecho do ciclo em que a estrutura parece querer avançar. Em outras palavras: há sinal de impulso, e isso, somado a um desfile bem amarrado, pode fazer a diferença.
Gráfico Viradouro (placeholder)
Figura 4. Lua progredida em declinação — Viradouro. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Tijuca zebra controlada
A Unidos da Tijuca surge como a minha “zebra controlada” justamente por estar numa região próxima de cruzamento do Equador ou de transição sensível do ciclo. Esse tipo de posição, historicamente, pode combinar com reviravoltas simbólicas; entretanto, para que isso se concretize, a Tijuca precisa entregar desfile redondo, porque o ciclo não compensa falhas. Portanto, eu não coloco a escola como favorita absoluta, mas também não a descarto: se a noite encaixar, o modelo permite imaginar uma surpresa.
Gráfico Tijuca (placeholder)
Figura 5. Lua progredida em declinação — Unidos da Tijuca. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Salgueiro boa, mas não ideal
O Salgueiro permanece competitivo, porém aparece em fase de descida após pico, isto é, ainda com força, mas já com sinal de que a estrutura está mudando de tom. Em linguagem simples: dá para brigar, dá para emocionar, dá para encantar, mas o “vento estrutural” não está no mesmo sentido de uma fase ascendente. Assim, ele entra no grupo que eu chamo de “faixa boa, mas não ideal”, porque a qualidade artística pode vencer a maré — e o Carnaval está cheio desses exemplos —, contudo o ciclo, sozinho, não está empurrando para o alto.
Gráfico Salgueiro (placeholder)
Figura 6. Lua progredida em declinação — Salgueiro. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Tuiuti boa, mas não ideal
O Tuiuti também aparece em declinação alta, porém em terreno pós-auge, o que costuma indicar que a escola ainda tem brilho, mas já está saindo do ponto de maior intensidade do ciclo. Por isso, eu não digo que ela está “fora do jogo”; eu digo que ela está numa faixa em que a técnica e a pista precisam falar mais alto do que a fase. Portanto, se vier impecável, pode disputar; entretanto, se houver qualquer fragilidade, a maré não costuma perdoar.
Gráfico Tuiuti (placeholder)
Figura 7. Lua progredida em declinação — Tuiuti. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Mangueira boa, mas não ideal
A Mangueira, com sua força histórica e cultural, aparece num trecho em que a Lua progredida está no hemisfério Sul, em movimento de subida, mas ainda distante do cruzamento do Equador. Isso pode sugerir construção lenta de fase, como quem prepara terreno para um salto mais adiante. Portanto, eu a mantenho como escola competitiva por tradição e potência artística; contudo, pelo modelo puro de declinação, não é o ponto de maior “explosão” estrutural do ciclo neste exato ano.
Gráfico Mangueira (placeholder)
Figura 8. Lua progredida em declinação — Mangueira. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Portela fase de reorganização
A Portela aparece em trajetória de descida rumo ao vale Sul do ciclo, isto é, um período que pode dialogar com reorganização e ajuste estrutural mais do que com expansão. Além disso, como o Carnaval é decidido em décimos, qualquer imprevisto pesa, e um problema técnico em pista pode amplificar a sensação de “maré contrária”. Por isso, na leitura de declinação, eu a coloco mais para o lado de fase de reconstrução do que de fase de ascensão, ainda que a grandeza artística da escola continue sendo indiscutível.
Gráfico Portela (placeholder)
Figura 9. Lua progredida em declinação — Portela. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Beija-Flor fase de reorganização
A Beija-Flor, dentro do mesmo recorte, já passou por um momento mais alto de declinação e agora desce, indicando que a fase tende a pedir mais reajuste e reinvenção do que coroação imediata. Isso não impede um desfile forte, porque o Carnaval é cheio de contradições produtivas; porém, quando eu olho o ciclo com frieza metodológica, eu prefiro não colocá-la entre as mais favorecidas neste ano, mantendo-a como escola respeitável, mas em fase menos expansiva.
Gráfico Beija-Flor (placeholder)
Figura 10. Lua progredida em declinação — Beija-Flor. (Substitua pelo gráfico exportado do PowerPoint.)
Veredito final pelo modelo de declinação
Se eu tiver que responder de forma direta — sem promessa, sem determinismo e sem sensacionalismo —, eu diria que, pelo modelo isolado da declinação da Lua progredida, as escolas com melhor coerência de fase para disputar o sábado das campeãs são Vila Isabel, Grande Rio e Viradouro, enquanto a Tijuca entra como possibilidade de surpresa em caso de desfile tecnicamente muito sólido. Entretanto, como eu sempre repito, o Carnaval é arte, é execução e é detalhe; portanto, o resultado oficial é parte integrante da pesquisa, porque é na comparação anual entre hipótese e fato que esse estudo amadurece.
Categoria Escolas Leitura simples
Boa fase Vila Isabel • Grande Rio • Viradouro Ascensão / visibilidade estrutural no ciclo
Zebra controlada Tijuca Transição sensível, pode surpreender se executar muito bem
Boa, mas não ideal Salgueiro • Tuiuti • Mangueira Competitivas, porém fora do ponto mais forte do ciclo
Reorganização Portela • Beija-Flor Descida rumo ao vale, fase de ajuste estrutural
Nota em estudo: há uma hipótese exploratória sobre uma “faixa sensível” (por volta de 10°–15° de declinação Sul) associada a tensão estrutural, porém ela ainda é preliminar e exige mais casos catalogados antes de qualquer conclusão.
Transparência editorial
Pesquisa, metodologia e interpretação: Nando Guimarães. Organização textual, catalogação comparativa, padronização editorial e apoio técnico: IA (ChatGPT/OpenAI). Trabalho colaborativo entre autor e tecnologia.
Contato — AstroKabana
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